terça-feira, 20 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Yasser Arafat

de 28/11/2004 a 4/12/2004

"Todos tivemos a oportunidade de ver e ler, com tristeza, o oba-oba quando do falecimento do Sr. Yasser Arafat. Confesso que fiquei impressionadíssimo. Parecia o velório da Sra. Madre Teresa de Calcutá, tamanho entusiasmo com o líder palestino, dito pacifista(?). Certo dia, peguei-me, entre uma insônia e outra, pesquisando na web os assassinatos que esse senhor comandou ao longo de vários anos. Pois bem, já que ninguém mais lembra do terrorista Yasser Arafat, que pelo menos nos lembremos de alguns de seus alucinados atos, tais como o seqüestro de atletas nos Jogos Olímpicos, as explosões de aviões ou terminais de aeroportos repletos de viajantes inocentes, seqüestros etc. ou que não nos esqueçamos dos nomes de algumas de suas vítimas. Registro, pois, os nomes das seguintes crianças, todas mortas por ordem desse "pacifista", na cidade de Ma'olat ao norte de Israel em meados de 1974: Ilana Turgeman, Rachel Aputa, Yocheved Mazoz, Sarah Bem-Shinfron, Yona Sabag, Yafa Cohen, Shoshana Coben, Michal Sitrok, Malka Amrosy, Aviva Saada, Yocheved Diyi, Yaajow Levi, Yaakow Kabla, Rina Cohen, Ilana Ne'eman, Sarah Madar, Tamar Dahan, Sarah Soper, Lili Morad, David Madar, Yehudit Madar."

Alexandre Thiollier - escritório Thiollier Advogados - 30/11/2004

"Parabenizo o ilustre causídico Alexandre Thiollier sobre o péssimo estado das faculdades jurídicas e a falta de maior supervisão e lucidez da OAB, porém ouso divergir quando ataca à memória do falecido Arafat, nobel da Paz, que tanto lutou para a fixação do povo palestino cruelmente violentado e assassinado pela brutalidade de Sharon atingindo crianças e adolescentes. Não haveria espaço para declinar os nomes de tantas vítimas indefesas, principalmente civis que foram atacados por mísseis, foguetes e bombas, sem falar no massacre impune de Chabra e Shatilla, uma das maiores barbáries da história da humanidade, deixemos que a alma de Arafat repouse em paz, e que ambos os povos lutem para soberania e dissipem o ódio que fomenta a guerra destruidora e sempre sem vitoriosos."

Dr. Carlos Henrique Abrão, juiz de Direito da 42ª cível central SP - 3/12/2004

Comente

Cadastre-se para receber o informativo gratuitamente

WhatsApp Telegram