quarta-feira, 21 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Anuidade OAB

de 26/12/2004 a 1/1/2005

"O colega migalheiro Gustavo Wiggers, e outros que o antecederam, toca no importante tema da administração da OAB. A perguntas formuladas pelo Dr. Gustavo são até pertinentes, mas, sinceramente, acho que numa instituição como a OAB é inevitável que os advogados em atividade acabem financiando serviços que irão beneficiar colegas causídicos que, em 99% dos casos, não possuem mais condição de auferir renda, seja por que motivo for. Claro que o subsídio pago pela OAB no medicamento que chega mais barato a quem precisa vai ser repassado à anuidade. É uma questão de matemática. Mas, acho justo. Para mim é uma questão de exercitar a solidariedade, tão desprezada hoje em dia. Sei que é uma posição romântica, mas acredito nela. Quanto à fiscalização da administração da OAB, parece-me que tal procedimento já até passou da hora. Será feito pelo TCU? Creio não ser necessário. Uma boa auditoria privada, contratada de modo independente pela OAB já seria suficiente. E que o resultado seja ostensivamente veiculado pela Ordem e, ainda mais, com remessa a cada um dos inscritos na mesma OAB. Daria lisura e transparência a nossa querida Ordem."

Antonio Minhoto - 28/12/2004

"Toda essa celeuma em torno do absurdo (ou seria abuso?) das anuidades da OAB remetem, necessariamente, a uma velha discussão: está mais do que na hora de que a OAB seja auditada pelo TCU. E por favor, não me venham com as mais esfarrapadas e iníquas desculpas, como por exemplo de que isso colocaria em risco a "independência" da Ordem. Não basta ser honesto. É preciso parecer honesto. Dito de outra forma: quem não deve não teme."

Milton Córdova Júnior, migalheiro - 28/12/2004

"Concordo, na essência, com a opinião do colega migalheiro Milton Córdoba Junior - a Ordem precisa ser continuamente auditada, fiscalizada e protegida dos que a fazem trampolim para seus pessoais interesses - aliás, como muitos dos colegas que por ali vicejam adoram posar de estrela! De todo modo, não acho boa idéia deixar tão edificantes tarefas a cargo dos monstrengos que são os tribunais de contas, com seus falaciosos conselheiros-julgadores, que fazem desse o país da piada pronta, como diz o sábio Macaco Simão 2002."

Antenor Maschio Junior - 29/12/2004

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