terça-feira, 20 de outubro de 2020

ISSN 1983-392X

Vetustez

de 23/1/2005 a 29/1/2005

"Por favor perguntem ao Meritíssimo Juiz Carlos Henrique Abrão: Se a Lei de Falências é de 1945, de quando é o Código Civil Francês?"

Alcedo Ferreira Mendes, OAB/SP 22.329 - Pós na USP e na Sorbonne - 24/1/2005

"Sugiro que o ilustre advogado Alcedo Ferreira Mendes (Migalhas 1.094) consulte o Direito Comercial de Fran Martins, cuja atualização fizemos, em 29ª reedição, para que verifique na obra a data do Código Civil Napoleônico (Francês), que seguramente relembrará melhor sobre o assunto. Mas seu cotejo com o diploma 766/45 nos parece inócuo."

Carlos Henrique Abrão - 25/1/2005

"A resposta do Dr. Carlos Henrique Abrão à pertinente observação do migalheiro Alcedo Ferreira Mendes me fez lembrar de que o pior cego é o que não consegue entender, principalmente por estar sempre em meio a intangíveis fogueiras."

Léia Silveira Beraldo - advogada em São Paulo - 26/1/2005

"Despicienda a sugestão a mim dirigida (Migalhas 1.095) pelo Digno magistrado Carlos Henrique Abrão porque, embora tenha sido eu um privilegiado aluno de Philomeno José da Costa, Silvio Marcondes, Mauro Brandão Lopes, meus professores de Direito Comercial nas Arcadas, também já li Fran Martins. Ao referir o Código Civil Francês (Migalhas 1094), fi-lo para lembrar que "idade" de lei não lhe confere boa ou má qualidade, diante da afirmação de Sua Excelência: "Afinal de contas, um decreto lei de 45 já é coisa de faraó". Isso depois de dizer que o Juiz Manoel Justino Bezerra "se equivoca" (Migalhas 1092). Bem, quer saber Redator? Passados 36 anos de advocacia, não quero polemizar com magistrados fora de autos processuais, mas quero deixar registrado, sem evocar CALAMANDREI, que quando eles, os juízes, entenderem o que nós, advogados, falamos, a Justiça será mais rápida e eficaz."

Alcedo Ferreira Mendes - 27/1/2005

"Não é muito fácil hoje entender os pleitos de mais de 200 mil advogados apenas no Estado de São Paulo e quando ainda prestigiam a mais antiga lei de falências em vigor que é a brasileira. Assim o culto dr. Alcedo que deve tomar o fomento como nosso propósito, não há polêmica mas o futuro cuidará de responder as dúvidas e repor nos devidos lugares as impropriedades e farpas lançadas. Paro por aqui por me faltar tempo ao debate menor."

Carlos Henrique Abrão - juiz de Direito - 28/1/2005

Comente

Cadastre-se para receber o informativo gratuitamente

WhatsApp Telegram